quarta-feira, 25 de julho de 2012

SILVIO PLETICOS

SILVIO PLETICOS

 nasceu em Pula, na Itália, atual Croácia, em 1924. Estudou arte em Milão em 1940. A Segunda Guerra Mundial o tornou ilustrador do Exército. Após a guerra, retomou os estudos em Zagreb, entre 1947 e 1954. Em 1961, chegou ao Brasil, fixando residência em Ribeirão Preto (SP), depois em Porto Alegre (RS) e Passo Fundo (RS) antes de se fixar em 1977 em Florianópolis, onde passou a ministrar aulas de Desenho e Pintura. Sua primeira exposição foi realizada em Pula, 1952. Outras ocorreram em diversas cidades brasileiras e também na Itália e na Iugoslávia. Participou da Bienal Internacional de São Paulo em 1965, da 2ª Bienal das Artes Visuais de Porto Alegre, em 1972, e da Bienal Nacional de São Paulo em 1976. Atualmente mora em São Jose, na grande Florianópolis. A crítica diz que Pléticos, “ao deixar para traz um continente ainda marcado pela guerra, trouxe consigo o requinte da formação européia e um senso estético apurado. Órfão desde criança, educado em orfanatos, guarda para a vida cotidiana a simplicidade do essencial, e reserva toda a sofisticação para o espaço da tela. É um artista para quem o processo da arte é um continuo de inspiração e influências adquiridas ao longo da vida. Entre a vida e a arte, Pleticos divide o tempo sem sobressaltos. Como professor, estudou os processos criativos em profundidade e por isso acredita que, de forma consciente, pode chegar a inspiração – um daqueles momentos em que sente que toda sua vida e experiência escorre pela ponta do pincel para a tela”. Ocupa a cadeira de número 15 cujo patrono é Ernesto Meyer Filho

ELI HEIL

Nascida em Palhoça (SC), em 1929, Eli aflorou para a arte aos 33 anos, depois de uma grave doença que a deixou de cama por cinco anos. É pintora, desenhista, ceramista, escultora, tapeceira e poeta.



Eli Malvina Heil

  nasceu em 1929, na cidade de Palhoça, Santa Catarina. Viveu sua infância e juventude no município vizinho de Santo Amaro da Imperatriz, tornando-se professora de educação física. Oportunamente, mudou-se para Florianópolis, onde lecionou em um colégio da capital, antes de dedicar-se integralmente à atividade artística.
Pintora, desenhista, escultora e ceramista, escultora, tapeceira e poeta[1], participou de inúmeras exposições no Brasil e no exterior. Realizou um trabalho único, de difícil classificação, que na XVI Bienal Internacional de São Paulo foi catalogado como “Arte Incomum” (Art Brut). “A arte para mim é a expulsão dos seres contidos, doloridos, em grandes quantidades, num parto colorido”.
Em seu processo de criação utilizou os mais diversos materiais (saltos de sapato, tubos de tinta, canos de PVC, etc.) e inventou inúmeras técnicas.
Sua obra constitui-se de mais de dois mil trabalhos e seu acervo pode ser visitado no Museu Mundo Ovo[2], que fica situado em Santo Antônio de Lisboa, na Rodovia SC-401, em Florianópolis

Nestor Jr.



O artista plástico catarinense Nestor Jr. é destaque na Europa

O catarinense Nestor Jr. é destaque do mês de março na publicação mexicana Inkult (http://www.inkultmagazine.com/) – a décima edição virtual carrega em suas páginas artes dos novos talentos da cultura, design e lifestyle mundial. A seção “People” expõe ao longo de oito páginas obras mais recentes do artista plástico, que há seis meses reside/estuda na França.
Seu traço já estampou outras mídias internacionais e, para quem pensa que o trabalho do brasileiro pára por aí, Nestor Jr. fará sua primeira exposição na galeria Appartment 16, em Lyon, prevista para junho – um mês antes do seu retorno ao Brasil. Ainda sem título, a mostra vai reunir suas experimentações enquanto esteve no continente europeu.
Já em agosto, de volta ao país, Nestor tem agendada três exposições individuais: duas em Santa Catarina (Blumenau e Florianópolis) e uma em Minas Gerais (Belo Horizonte). Para conhecer o trabalho do artista, visite http://www.flickr.com/nestorjr/.

 SOBRE NESTOR JR.
Nestor Jr., 27 anos, é um dos artistas plásticos mais respeitados entre os novos nomes das artes de Santa Catarina. Seus contornos e formas são reconhecidos por todo o Brasil, além de se destacarem em veículos de mídia nacionais e internacionais. Desde 2008, participou de diversas exposições individuais e coletivas, com mostras em cidades brasileiras e na Galeria Espai Cromàtic, da Espanha.
Quem vê Nestor Jr. preenchendo suas telas com as cores e formas já características, percebe que o processo de criação do artista é natural. As linhas surgem das mãos com sinceridade, e os temas – com o sexo e os olhos sempre em destaque –, mostram o prazer e a perturbação de se ilustrar um corpo humano que é vivo e híbrido.