SILVIO PLETICOS
nasceu em Pula, na Itália, atual
Croácia, em 1924. Estudou arte em Milão em 1940. A Segunda Guerra
Mundial o tornou ilustrador do Exército. Após a guerra, retomou os
estudos em Zagreb, entre 1947 e 1954. Em 1961, chegou ao Brasil, fixando
residência em Ribeirão Preto (SP), depois em Porto Alegre (RS) e Passo
Fundo (RS) antes de se fixar em 1977 em Florianópolis, onde passou a
ministrar aulas de Desenho e Pintura. Sua primeira exposição foi
realizada em Pula, 1952. Outras ocorreram em diversas cidades
brasileiras e também na Itália e na Iugoslávia. Participou da Bienal
Internacional de São Paulo em 1965, da 2ª Bienal das Artes Visuais de
Porto Alegre, em 1972, e da Bienal Nacional de São Paulo em 1976.
Atualmente mora em São Jose, na grande Florianópolis. A crítica diz que
Pléticos, “ao deixar para traz um continente ainda marcado pela guerra,
trouxe consigo o requinte da formação européia e um senso estético
apurado. Órfão desde criança, educado em orfanatos, guarda para a vida
cotidiana a simplicidade do essencial, e reserva toda a sofisticação
para o espaço da tela. É um artista para quem o processo da arte é um
continuo de inspiração e influências adquiridas ao longo da vida. Entre a
vida e a arte, Pleticos divide o tempo sem sobressaltos. Como
professor, estudou os processos criativos em profundidade e por isso
acredita que, de forma consciente, pode chegar a inspiração – um
daqueles momentos em que sente que toda sua vida e experiência escorre
pela ponta do pincel para a tela”. Ocupa a cadeira de número 15 cujo
patrono é Ernesto Meyer Filho
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