Nascida em Palhoça (SC), em
1929, Eli aflorou para a arte aos 33 anos, depois de uma grave doença
que a deixou de cama por cinco anos. É pintora, desenhista, ceramista,
escultora, tapeceira e poeta.
Eli Malvina Heil
nasceu em 1929, na cidade de Palhoça, Santa Catarina. Viveu sua infância e juventude no município vizinho de Santo Amaro da Imperatriz, tornando-se professora de educação física. Oportunamente, mudou-se para Florianópolis, onde lecionou em um colégio da capital, antes de dedicar-se integralmente à atividade artística.
Pintora, desenhista, escultora e ceramista, escultora, tapeceira e poeta[1],
participou de inúmeras exposições no Brasil e no exterior. Realizou um
trabalho único, de difícil classificação, que na XVI Bienal
Internacional de São Paulo foi catalogado como “Arte Incomum” (Art
Brut). “A arte para mim é a expulsão dos seres contidos, doloridos, em
grandes quantidades, num parto colorido”.
Em seu processo de criação utilizou os mais diversos materiais
(saltos de sapato, tubos de tinta, canos de PVC, etc.) e inventou
inúmeras técnicas.
Sua obra constitui-se de mais de dois mil trabalhos e seu acervo pode ser visitado no Museu Mundo Ovo[2], que fica situado em Santo Antônio de Lisboa, na Rodovia SC-401, em Florianópolis
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